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quinta-feira, 19 de abril de 2012

A história se faz com ousadia. O PT deve ter candidatura própria

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Companheir@s, fui questionado em algumas reuniões do partido de apresentar certezas nas posições para o processo eleitoral que se avizinha, período que, segundo meu oponente, “enseja” muitas duvidas. Bom, então dialoguemos sobre minhas certezas e que os contrapontos sejam libertos de sofismas.

O PT tem 27% de aprovação popular. A burguesia está dividida e há um vácuo de lideranças políticas na cidade. Os Ko(ro)néis sofrem pesado desgaste pela defesa absurda do nepotismo e pela inação de sua administração elitista; o PMDB traz Antidio Lunelli (Lunender/Rádio 105 e Super Nova FM), um burguês de Guaramirim, do baixo clero, que concorre comercialmente com a Malwee, com as demais Rádios da região, e escancara a incompetência do alto clero burguês em construir lideranças políticas consistentes pra disputar o Paço Municipal. Declararam que terão candidatura própria, até o momento: PSDB, PSD, PMDB e PP. Para aqueles que afirmam ser isso um jogo de cena da burguesia, que logo vão se juntar, eu ouso contrapor dizendo que há fissuras que não tem volta na relação PSDB, PMDB e PSD. O único em disputa aí é o fujão do PP. Tal cenário, por si só, já deveria pautar uma candidatura própria.

José Fritsch, presidente estadual do PT, em reunião com lideranças do partido com PCdoB e PHS, deixou claro que a estratégia correta numa cidade como Jaraguá do Sul com a força que tem o PT é de lançar candidatura própria, inclusive para ter autoridade e respeito pelos demais partidos nas conversações políticas. Fritsch se elegeu prefeito, concorrendo contra Milton Sander, o principal representante burguês de Chapecó, iniciando a campanha com 2% e sem dinheiro, porém, tinha o sonho e a vontade da mudança que exalava dos portos de toda a militância aguerrida do partido. Portanto, ele sabe o que fala e os demais companheir@s deveriam lhe dar ouvidos.
Temos ainda a favor, o fato das pesquisas mostrarem o interesse dos eleitores por mudança e Dilma, nacionalmente, combate o fisiologismo e o toma lá, da cá, da política da governabilidade e da Coalizão.

Dizem as boas línguas que o cavalo passa encilhado uma vez na vida, se não montou, dançou. Não é possível que os companheir@s não estejam enxergando o cavalo se aproximando. A postura do partido deve ser ousada se queremos construir uma nova história em Jaraguá do Sul.

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